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Flávio Moreno diz que prefeitura de Maceió contraiu dívida de US$ 70 milhões, mas mantém 71,6% dos moradores sem tratamento de esgoto

2019-11-05 18:41:00, Por: Sergio Marcos

Foto: Flávio Moreno


O Presidente do PSL Alagoas, Flávio Moreno, questionou em programa na rádio A VOZ, o porque da prefeitura de Maceió apesar do empréstimo contraído com o Banco de Desenvolvimento da América Latina (CAF), no valor de US$ 70 milhões, o Município de Maceió ter apenas 28,4% dos moradores com tratamento de esgoto, conforme dados da SNIS 2019.

Os cerca de 280 milhões de reais eram para ser utilizados em Programas para revitalizar a cidade, deveriam ser voltados para a melhoria da mobilidade, saneamento básico e requalificação urbana da capital. 


Embora, os valores sejam vultosos, pouco se vê em mudanças na mobilidade urbana, saneamento e revitalização da cidade. O que assistimos é a falta de tratamento de esgoto, a leptospirose atingindo a população e a contaminação das praias pelo esgoto. O próprio Riacho Salgadinho continua poluído e prejudicando a balneabilidade da praia da Avenida que já foi uma área nobre da cidade.

A Lagoa do Mundaú e toda região também vivem dos transtornos da falta de tratamento de esgoto. Toda Maceió sofre com a falta de tratamento de esgoto, sejam os bairros da parte alta, a exemplo do Benedito Bentes ou os da parte baixa, a exemplo da Cruz das Almas.

A prefeitura e a CASAL são co-responsáveis por essa situação, já que o município de Maceió mantém contrato com a CASAL, ou seja, ela recebe pela fatura da água e esgoto. A fatura chega aos moradores, mas o tratamento de esgoto: não. Está sendo discutido no Congresso, um novo marco regulatório do saneamento básico. Existem cidades no Brasil e no mundo com modelos de sucesso no tratamento de esgoto e fornecimento de água, estações de tratamento, a tecnologia da osmose reversa e várias outras, dá mais simples as mais complexas, diz Flávio Moreno. 


Dados mais recentes do SNIS 2019 apontam que atualmente apenas 28,4% da população de Maceió e sua região metropolitana tem coleta e tratamento de esgoto. A Casal diz que aumentou essa cobertura para 35,4%, com a inauguração, em junho, de uma obra que atende bairros da Zona Norte.


Mas os dois terços da população restante corresponde a 824.243 mil pessoas.


O nível de coliformes fecais onde o Riacho Salgadinho deságua no mar, na Praia da Avenida, chega a milhões por 100 ml de água. Para se ter uma ideia, a quantidade aceitável de coliformes fecais para essa quantidade de água é de até mil.

CTR Craíbas