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Adeal contra abate clandestino em Alagoas

2019-05-17 19:35:00, Por: Sergio Marcos

Adeal contra abate clandestino em Alagoas

Práticas de abate clandestino foram constatadas durante operação em pontos do município de Ouro Branco.

Uma operação conjunta entre a Agência de Defesa e Inspeção Agropecuária de Alagoas (Adeal), Instituto do Meio Ambiente (IMA) e o Batalhão de Polícia Ambiental (BPA), autuou, nesta quinta-feira (16), duas pessoas pela prática de abate clandestino de animais. A ação foi realizada em Ouro Branco, no Sertão de Alagoas.

Dois pontos do município sertanejo estavam sendo investigados, após a Adeal receber denúncias anônimas de que animais estavam sendo abatidos. No primeiro vistoriado pelos fiscais do Serviço de Inspeção Estadual (SIE), na Feira do Gado de Ouro Branco, conhecida como Curral do Gado, um deles estava sendo sacrificado no momento que os ficais chegaram ao local, e o outro já estava abatido. 

Já no outro local, um sítio localizado na Zona Rural do município, outra pessoa foi autuada após os fiscais encontrarem dois animais já abatidos de forma clandestina. A carcaça do animal havia sido destinada ao mercado público do município, impossibilitando a identificação no espaço. Todo o material foi recolhido pelos fiscais durante a operação foi destinado para incineração na Mafrips, localizada em Rio Largo.

As multas custam R$ 8.826,40 cada, através do decreto federal n 9.013 de 2017 e a lei estadual 6.608 de 2005. Os responsáveis pela prática d abate clandestino, no momento da operação, foram encaminhadas a Delegacia do município. Lá, foram realizados os procedimentos cabíveis.

Otto Cabral destaca que atualmente a Adeal está observando que da carne comercializada no Sertão alagoano é de origem desconhecida, e são possivelmente oriundos de abate clandestino. “Se não houver um controle no comércio, dificilmente se eliminará esse risco do consumo para população alagoano”, explicou.

O IMA também realizou a autuação pela prática do abate clandestino, além do lançamento de resíduos líquidos imaturo diretamente no solo exposto e por descarte irregular de carcaças de animais em mais de R$ 50 mil reais.

O diretor-presidente da Adeal, Carlos Mendonça Neto, garante que o órgão vai intensificar a fiscalização dessa prática, e não vai medir esforços para autuar os responsáveis. “A Adeal tem feito o papel de manter o estado seguro. A fiscalização agropecuária é de suma importância para não colocar em risco a saúde da população alagoana”, ressaltou.

 

CTR Craíbas