quinta, 14 de novembro de 2019. 16:43
<div class='trigger trigger_error'><b>Erro na Linha: #30 ::</b> Undefined variable: Pos<br><small>/home/serjaobl/public_html/themes/serjao_blog2/artigo.php</small><span class='ajax_close'></span></div>

Brasileira é encontrada morta na Espanha; filho é principal suspeito do crime

2019-11-06 17:54:00, Por: Sergio Marcos

Brasileira é encontrada morta na Espanha; filho é principal suspeito do crime

Foto:Divulgação

A tocantinense Minaene Franco, de 36 anos, foi encontrada morta na cidade espanhola de Foz, na província de Lugo, na região autônoma da Galiza. Ela é natural de Gurupi, na região sul do Tocantins, e vivia na Espanha há 14 anos. O filho dela, um adolescente de 16 anos, está detido no país suspeito do crime. A família agora tenta encontrar uma forma de trazer o corpo para Brasil.


Uma irmã da Tocantinense contou ao G1 que a suspeita da polícia local é de que Minaene Franco tenha sido morta no sábado (2). "Eu falei com ela na sexta-feira. Vivia lá há 14 anos, trabalhava como cozinheira e fazia faculdade de gastronomia para virar chefe de cozinha. Trabalhava dia e noite para sustentar o filho", contou Viviane Flávia Franco.

O Itamaraty informou nesta terça-feira (5) que o Consulado-Geral do Brasil em Barcelona acompanha o caso e está em contato com familiares da brasileira. Porém, afirmou que não poderia fornecer informações sobre o caso.


Segundo a família, a polícia da Espanha informou que a tocantinense foi morta a facadas e o corpo encontrado dentro de uma mala em um armário, na última segunda-feira (4).


"Na segunda, ele [o filho] foi buscar atendimento porque estava com um ferimento na mão, mas levou o cartão errado [era o cartão da mãe] para o atendimento. Aí desconfiaram e chamaram a polícia", contou a irmã.
Os vizinhos também teriam desconfiado do desaparecimento de Minaene Franco. Durante buscas na casa deles, a polícia encontrou o corpo da mulher. "A polícia voltou para o hospital e ele disse que matou por legítima defesa."


Ainda conforme a irmã, Minaene Franco tinha reclamado que o filho estava se comportando mal, mas não havia motivos para que o crime acontecesse. "Ela pagava uma escola cara e ele não queria estudar. Falou que andava muito ignorante com ela e suspeitava que ele estava usando drogas".


A estimativa da família é de que a viagem para identificar e trazer o corpo ao Brasil deve custar cerca de R$ 50 mil. Agora, eles estão tentando apoio do Consulado Brasileiro e fizeram uma vaquinha online para tentar arrecadar dinheiro.
 

"O corpo está na perícia criminal e eles não liberam se não tiver alguém da família para identificar. Se não for ninguém identificar ela vai ser enterrada como indigente", contou a irmã.
 

CTR Craíbas