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Ex-BBB Aline Dahlen cita mágoa: 'Dei o dedo do meio para o Boninho e desafiei o Bial'

2019-01-23 10:05:00, Por: Sergio Marcos

Ex-BBB Aline Dahlen cita mágoa:

Foto: Divulgação

Pelo 19° ano, novos participantes entram no “Big Brother Brasil” com o desejo de mudança. Cada um com seu motivo, que vai desde se tornar famoso, faturar um milhão e meio ou seguir uma carreira artística, a cada nova edição há uma nova esperança para quem topa entrar na casa mais vigiada do país. Mas nem todos que viveram essa experiência de confinamento e fama, se orgulham.

Aline Dahlen, de 33 anos, fala com arrependimento sobre sua participação no “BBB14”. Para a ruiva, sua carreira como atriz foi prejudicada pelo programa.

“Tinha uma carreira artística em andamento. Estudei, me preparei e fui atrás. As coisas estavam acontecendo para mim, devagarinho. Teatro, comercial, novela… e no meio do caminho apareceu o ‘BBB’. Apostei e perdi. Poderia ter tido uma carreira de sucesso ou nunca acontecer como atriz… jamais saberei. Mas hoje, culpo o reality por ter abandonado meu sonho, minha carreira. Não dava para bater na porta de agentes ou produtores de elenco pedindo emprego. Aliás, até dava e eu até bati, mas só levei nãos. Entretenimento é feito de empatia e aceitação do público. Quem é louco de apostar em um produto que ninguém gosta?”, questiona. 

A atriz diz que ganhou uma fama de vilã na 14ª edição do reality que foi feita pela equipe que editou o programa e isso contribuiu não apenas para que deixasse o programa antes do tempo, como também não conseguisse ser respeitada profissionalmente.

“Dei o dedo do meio para o Boninho e desafiei o Bial”

“Reality é novela. Tem de ter enredo para prender a audiência. O público não quer ver um bando de gente feliz em colônia de férias. Em toda a história tem o mocinho e o bandido. Fui ‘escolhida’ para ser a malvada porque dei a falta de sorte de na minha edição só ter entrado ‘coitadinhos’. Com exceção de uma ou outra má alma que naquele programa entrou, a maioria era pobrezinho e do bem.”

“Muitos se anulavam e baixavam a cabeça para tudo. Sempre fui feminista, sempre lutei por liberdade de expressão e direitos iguais. Em mim, ninguém pisa. Nem apresentador da BBC, se fosse o caso. Me respeito, respeito o próximo e exijo respeito. Ninguém ali estava fazendo favor para ninguém: era um trabalho. Um reality precisa dos participantes para existir, mas ali o povo sentia medo de abrir a boca e não entrar (ou sair) do programa”, afirma Aline, que possui 80 mil seguidores em seu perfil do Instagram. Um número considerado baixo para ex-BBBs.

CTR Craíbas