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Flávio Moreno solicita retirada da Braskem de Maceió

2019-05-08 18:55:00, Por: Sergio Marcos

Flávio Moreno solicita retirada da Braskem de Maceió

Foto: Flavio Moreno

Como é de conhecimento de todos, ainda em janeiro,o presidente do PSL AL e Policial Federal Flávio Moreno, pediu a retirada da Braskem de Maceió e em seu lugar a construção de um complexo hoteleiro e náutico.

Com a conclusão do laudo e responsabilização da mineração sobre os problemas dos bairros Pinheiro, Bebedouro, Mutange e adjacências, a retirada ganha reforço.

Flávio Moreno solicita retirada da Braskem de Maceió

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Na audiência pública que aconteceu nesta quarta-feira (8),na Justiça Federal, Flávio Moreno pediu ainda a indenização aos moradores e a decretação de calamidade pública para que seja realizado um plano de recuperação pelo Governo Federal.

”Por décadas, os poderes públicos do município, do Estado e Federal estiveram de olhos fechados para o risco de uma mineradora em área urbana. Recebo ligações todos os dias de moradores, tenho participado de reuniões e audiências públicas. É preciso resolver esses problemas e dar atenção às mais de 30 mil famílias da região. O Governo Federal já liberou R$ 11,5 milhões aos moradores, através do aluguel social. Por isso, peço a indenização aos moradores, decretação de calamidade pública com plano de recuperação dos bairros e a retirada da Braskem de Maceió. É preciso coragem”, explicou Flávio Moreno

”Bolsonaro foi o único presidente que se pronunciou sobre a situação do bairro e o colocou como prioridade. Pela primeira vez na história temos um presidente se preocupou com um bairro e já tinha se pronunciado sobre essa situação, também. Vamos continuar levando a ele essas demandas”, disse o policial federal.

Para Moreno, ” É um absurdo. Maceió deixa de empregar milhares de pessoas, movimentar centenas de milhões de reais, com um complexo hoteleiro turístico e náutico de primeiro mundo por conta de uma indústria poluente e perigosa na beira de uma das orlas mais lindas do mundo. O laudo concluiu o perigo da mineração”.

CTR Craíbas