quinta, 25 de abril de 2019. 11:19
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Intérprete de Louro José se emociona e larga fantoche para aplaudir entrevistado

2019-04-02 18:24:00, Por: Sergio Marcos

Intérprete de Louro José se emociona e larga fantoche para aplaudir entrevistado

Foto: Louro José

Algumas histórias são tão emocionantes que deixam qualquer um sem palavras. Na manhã desta terça-feira (02), no “Mais Você”, quem ficou sem saber o que dizer foi Tom Veiga, intérprete do Louro José, após Ana Maria Braga entrevistar Marcos Rossi.

O convidado da atração é um analista financeiro e portador da síndrome de Ranrart. Mesmo sem braços e pernas, por causa da doença congênita, ele pratica surfe, skate, mergulho, canta, escreve livros e é ritmista em uma escola de samba.

Em sua participação no matinal, o homem deu uma aula sobre força de vontade e emocionou não só a apresentadora, como Louro José e todos que assistiam o programa em casa.

Tocado pelas palavras, Tom Veiga, responsável pelo personagem da atração, quebrou o protocolo e fez o que muitas pessoas gostariam de fazer se encontrassem Marcos Rossi pessoalmente. “Posso só fazer uma coisa que eu nunca fiz aqui, Ana? Você me dá licença? Eu só preciso sair”, pediu antes de bater palmas para Marcos.

“Vendo sua história a gente fica muito orgulhoso de você, mesmo não te conhecendo. A gente olha pra frente e percebe que a raça humana tem jeito”, afirmou Veiga na sequência.

Intérprete de Louro José se emociona e larga fantoche para aplaudir entrevistado

Foto: Dvulgação

Marcos ficou feliz com o carinho e continuou contando sua trajetória. Ele explicou que começou a trabalhar aos 17 anos como vendedor ambulante, e, hoje, formado em direito, atua como analista financeiro em um dos maiores bancos do Brasil.

Antes disso, a doença já o fez passar por fases muito difíceis. Ele contou, por exemplo, que precisou fazer uma cirurgia por conta de uma escoliose, uma curvatura anormal da coluna e que pode levar a óbito.

Na ocasião, no centro cirúrgico, os médicos colocaram hastes de aço na coluna dele, mas isso nunca fui um empecilho para Marcos se exercitar, trabalhar ou fazer o que gosta.

“Tive que encontrar outras formas de ser feliz. Tem sempre pedra no meio do caminho, a gente a contorna e segue em frente. Tem queda, mas sempre a gente tem que seguir em frente porque isso é o objetivo da vida”, disse ele.

CTR Craíbas