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Menino autista morreu depois de ser preso pela professora durante quase duas horas

2019-11-15 15:51:00, Por: Sergio Marcos

Menino autista morreu depois de ser preso pela professora durante quase duas horas

Foto:Divulgação

Três ex-funcionárias de uma escola para alunos com necessidades especiais e a entidade que gere a escola, a Guiding Hands School Inc., foram acusadas esta quarta-feira do homicídio involuntário de um aluno com autismo, em El Dorado, Estados Unidos.

Cindy Keller, diretora-executiva, Staranne Meyers, diretora, e Kimberly Wohlwend, professora de educação especial, são acusadas da morte do aluno Max Benson, de 13 anos, em novembro de 2018.

Segundo as autoridades, o jovem foi preso de barriga para baixo pelas arguidas depois de se ter tornado violento. Terá estado cerca de uma hora e 45 minutos nesta posição, até ficar inconsciente.

Max foi transportado para o hospital, mas acabou por morrer dois dias depois.

A investiga√ß√£o ao incidente revelou provas de que as funcion√°rias da escola prenderam o jovem autista ‚Äúpor mais tempo do que era necess√°rio‚ÄĚ e utilizaram mais for√ßa do que era ‚Äúrazo√°vel‚ÄĚ.

Uma semana após o incidente, o departamento de educação da Califórnia suspendeu o certificado da escola, que acabou por fechar em janeiro.

‚ÄúAs provas que temos corroboram a constata√ß√£o de que as a√ß√Ķes da equipa do GHS [escola] foram prejudiciais √† sa√ļde, bem-estar e seguran√ßa de um indiv√≠duo com necessidades especiais‚ÄĚ, cita a¬†CNN.
Caso se prove a responsabilidade das arguidas, podem enfrentar uma pena de prisão até quatro anos.

CTR Craíbas