tera, 19 de novembro de 2019. 02:47
<div class='trigger trigger_error'><b>Erro na Linha: #30 ::</b> Undefined variable: Pos<br><small>/home/serjaobl/public_html/themes/serjao_blog2/artigo.php</small><span class='ajax_close'></span></div>

MPE reúne Conselho Municipal de Segurança Pública de Igaci para combate ao tráfico de drogas

2019-10-21 09:57:00, Por: Sergio Marcos

MPE reúne Conselho Municipal de Segurança Pública de Igaci para combate ao tráfico de drogas
 
Foto: Divulgação

Implantar, mas fiscalizar e cobrar responsabilidades dos que assumiram o posto de conselheiro municipal de Segurança Pública. Esse é o papel do Ministério Público do Estado de Alagoas (MPE/AL) primando diariamente pela garantia dos direitos do cidadão. Baseando-se nesse princípio, para evitar problemas mais graves no município, a promotora de Justiça da Comarca de Igaci, Adriana Acioly, reuniu o presidente do Conselho e os demais integrantes e sugeriu a criação de um programa preventivo focado na repressão ao tráfico de drogas.

O diálogo entre a representante ministerial e os conselheiros foi alicerçado no Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) do MP , firmado em de outubro de 2018.

“Fizemos esta reunião com o Conselho de Segurança de Igaci para uma conjunção de esforços, no sentido da melhoria da segurança pública, posto que identificamos o aumento do uso de drogas e, consequentemente, do tráfico, gerando temor da população. Desta forma, neste sentido, urge a necessidade de um trabalho aprofundado do Conselho e não podemos ficar inertes”, ressalta a promotora Adriana Acioly.

A promotora acredita que o problema pode ser interceptado com a formação de um grupo de trabalho e a criação de um programa de prevenção e tratamento do uso de drogas e repressão ao tráfico com atuação articulada do poder público, polícias Civil e Militar e fiscalização permanente do MP, bem como outras questões atinentes à Segurança Pública no Município.

“Não há dúvidas de que a união tem capacidade de modificar realidades e surpreender. O que queremos é evitar o acesso de jovens a esse mundo tenebroso e quase sempre sem volta. É preciso ficarmos vigilantes e agir para que crianças e adolescentes não sejam aliciados e tenham o futuro comprometido”, conclui a promotora.

CTR Craíbas