tera, 25 de junho de 2019. 04:53
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UE DO AGRESTE CLAMA POR SOCORRO

2019-04-04 18:17:00, Por: Sergio Marcos

Foto: Divulgação

A Unidade de Emergência do Agreste foi concebida pelo Governo Teotônio Vilela com o objetivo importante de buscar assistir a comunidade e salvar vidas, mas parece que nos últimos anos esse foco se perdeu e tem servido principalmente para atender interesses políticos e particulares, deixando a população em último plano.

Os absurdos estão em todos os locais da UE. O desrespeito é total e com quase todos. Os problemas ocorrem nas áreas de equipamentos importantes que destroem criminosamente, funcionários que recebem salário sem trabalhar, médicos plantonistas que cumprem o plantão em casa ou em seus consultórios, falta permanente de medicação, alimentação para os servidores e pacientes que apenas os animais se interessam, dentre tantos outros. Mas hoje iniciaremos pela área de pessoal.

CAPITULO 1 - PLANTÃO DE FAZ DE CONTA

Em relatos ouvidos de pessoas que frequentam e outras que trabalham na UE do Agreste informaram que as escalas das diversas especialidades médicas são totalmente desrespeitadas como no caso dos anestesistas, que consta num total de 4 pessoas, apenas 1 deles fica no plantão e os outros 3 batem o ponto e vão para casa ou para outros hospitais.

Os cirurgiões de plantão, apenas 1 fica na ativa e muitas vezes em área de descanso demorando muito para realizar o procedimento necessário, afinal descanso remunerado é muito melhor que trabalhado, e muitas vezes deixando os pacientes nas mãos de estudantes de medicina, para que possam “aprender” com vidas humanas. Absurdo!

Infelizmente na área médica os absurdos não param por aí. Os casos onde o paciente precisa de socorro de um neurocirurgião, melhor pedir a proteção divina e que inclusive seja o único a ter a necessidade de atendimento, bem como rezar por que o plantonista esteja no local de trabalho e não em sua cama macia no hotel que se hospedam.

Esses descasos seguem pela demais especialidades, indo desde o plantão não trabalhado e bem remunerado, até a sobrecarga dos que trabalham, sendo obrigados pela administração a beneficiar os folgados e os ausentes, onde na maioria das vezes, caindo também a responsabilidade sobre os ombros dos profissionais de apoio como enfermeiros, técnicos, nutricionista, assistente social e fisioterapeuta.

Achando pouco esse descaso com o povo e com o dinheiro público, ainda existe denúncia que outras duas outras pessoas, dão mais de tempero a gastança do dinheiro público. A sobrinha (Aline) da Diretora Geral da UE do Agreste, Dra. Regilúcia Pereira, por coincidência cunhada do deputado estadual Ricardo Nezinho, segundo informações, nem no Estado de Alagoas reside, pois trabalha e reside em outro Estado. Mas achando ainda pouco e para melhorar a farra, uma outra cunhada (Débora) do deputado estadual, que *cursa medicina em Maceió, também aparece apenas na escala de trabalho, mas não no ambiente de trabalho.

Mas como diz o ditado popular, “manda quem pode, obedece quem tem juízo”.

Em breve algumas outras verdades sobre realização de exames laboratoriais, equipamento de última geração estranhamento quebrado, alimentação, falta de medicação e funcionários fantasmas.

 

CTR Craíbas