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Vídeo de garoto gay revidando homofóbico na escola supera 9 milhões de visualizações

2019-11-13 16:10:00, Por: Sergio Marcos

Vídeo de garoto gay revidando homofóbico na escola supera 9 milhões de visualizações

Foto:Divulgação

Um vídeo gravado na escola LaPorte High School, em Indiana nos Estados Unidos, mostrando Jordan, um garoto gay da sétima série revidando todo bullying e constantes agressões que sofre de um homofóbico de sua escola, viralizou na Internet.

Superou 1 milhão de retweets e 9 milhões de visualizações o momento que mostra o garoto visivelmente alterado (com toda razão), questionando seu agressor sobre as ofensas e revidando a violência que sofre.


A gota d’agua para Jordan foi o fato de seu colega de classe homofóbico ter feito um post público no Snapchat usando uma foto sua e escrevendo várias ofensas homofóbicas: “Acordei e me encaminharam aquilo! Fui até ele e perguntei: Pra que fazer isso? Decidi que era a última vez que eu ia tolerar ele me chamando de qualquer coisa!”, disse o garoto.

Ao chegar na sala de aula já questionando o homofóbico sobre o por que havia feito aquele post no Snapchat, Jordan ouviu como resposta: “Porque quis! Vai fazer o que agora, sua bicha?”. Foi quando Jordan não aguentou e partiu para a agressão física.

“Eu cansei! É absurdo o monte de ódio que eu recebo todos os dias simplesmente por ser eu mesmo!”, justificou ele sobre as agressões físicas ao Insider.

“Esse garoto bateu nele usando as mãos de Harvey Milk e todos seus antecessores de Stonewall”, disse o autor de um dos posts que viralizou com o vídeo, lembrando muitos LGBTs de gerações anteriores que já passaram por isso e deram a cara a tapa ao longo da história para que hoje um garoto possa ser gay no colégio e ainda questione e revide abertamente seu opressor.

“Qual é?!”, diz o garoto gay ao virar um tapão no homofóbico se vingando por todos nós. “Qual é? Me chama de bicha de novo!!”, repete o garoto exaltado revidando muitas outras agressões que já aguentou calado (e quem é LGBT sabe exatamente do que estamos falando aqui).

Nas respostas do tweet, a maior parte dos comentários é de elogios e mensagens de força ao garoto, reconhecendo o bullying homofóbico que LGBTs sofrem nas escolas de todo o mundo, na maior parte das vezes sem qualquer ciência ou apoio de pais ou professores.

Como eram vários estudantes na sala presenciando a cena, mais de um vídeo do momento acabou indo parar na Internet. 

 

CTR Craíbas